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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Gente achei um link http://www.blogger.com/upload-image.g?blogID=3651315196470337012cute na net!




Quem da nossa geração, de 20 e poucos anos não assistiu ou mesmo foi fã de malhação, desconheço quem não tenha sido!!!
=D

Então leiam este link, vou por umas fotos tb pra gente relembrar, hj em dia não suporto, mas até a minha avó assiste, a minha conhada de 20 anos, e afins. Mas na época do Dado, Carol Dieckman, Fernanda Rodrigues, Luana Piovani, o inesquecível Mocotó é que era boa! Até cabeção ainda dava pra ver depois, só Jesus me chicoteia, Jesus apaga a luz que salva, a Mariana Rios, atriz da fase atual da malhação. Ai eu era apaizonada pela fofa da Ana Paula Tabalipa, que hj tem 3 ou 4 filhos e continua igualmente linda, esse ano até posou pra Playboy se não me engano, ou foi ano passado, ih nem sei! A malhação continua sendo celeiro de atores iniciantes, mas poucos são bons, pq os que são realmente continuam se destacando e aos poucos saindo da novelinha. Outra curiosidade peculiar era quando eu, moradora da Zona Sul do Rio de Janeiro, volta e meia via algum integrante da malhação, aquilora tudooo! hehehe Mico, né, eu vi praticamente todos, tá aí uma que não vi a Ana Paula, a Juliana Martins eu via quase todos os dias, passava em frente ao meu prédio andando, tb naquela época ning podia dirigir, a maioria menor de idade, ela devia ser minha vizinha e eu nunca tive certeza. Mas ela era super simpática e linda! Ahh, outro mico, quem nunca teve um caderno com o Claudio Heinrich na capa que jogue a primeira pedra, hehehe. Outro mico, naquela época, devido a minha pouca idade, eu e a minha entourage só podíamos frequenta o Metropolitan, hj CityBank Hall, pq era casa de shows, e não era boite, tipo inferninho, ne... rs e sempre batiamos de frente com o elenco, nós adoravamos! rs Eramos tipo amigos íntimos ocultos... estamos sempre nos mesmos lugares, ah, que fique bem claro, nós não eramos GROOPIES, apenas gostavamos de coisas boas (naquela época, podia ser É o tchan, e grupo de pagode variados, rs, que trash!) e sempre os viamos. Ai to me divertindo escrevendo este post, que pensei que seria breve, mas ai abri a minha caixinha de recordações e elas estão fluindo... Acabo de me lembrar de outro episódio, frequentavamos a mesma academia tb, rs... não de todo o elenco mas de alguns, também era praticamente do lado da minha casa, pensando bem to achand meio groopie essa estorinha da academia, pq nem eu, nem minhas amigas nunca fomos adeptas a marombar, rs. ai ai, muito bom ne gente...
Ah, indo mais pra frente, me lembrei que fizemos lambaerobica em Copa, na academia aonde a Samara Felippo tb fazia, juro eram coincidencias, agradáveis mas eram!
Ah, tem mais uma, hehehe, a Ludmila Dayer que futuramente entrou na novelinha tb estudou no mesmo colégio, rs.
EU QUERO A CONFISSÃOD E VOCES! Me abri, agora é a vez de voces gatas!

Me despeço, e fica aqui o protesto ne, a emissora deveria reaver os bons atores, como a Daniela Pessoa, quem não se lembra da Magali... entre outros, é que são muitosss!

http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/fotos-galeria.aspx?cp-documentid=22428854&imageindex=1

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Presentinho GRINGO!






Hoje ganhei dois rímels que eu amo, são americanos e ótimos, e o preço é excelente!



É o Voluminous, L´oréal PARIS. Os dois são da mesmo linha, mas são diferentes, na foto da pra ler as especificações.



A minha tia que mora na Flórida me mandou, dois noir, e dois kajal preto.



Logo agora que comprei o meu da Natura, R$32,00, affe.



Acho caro, porque não tenho hábito de usar, porque eu passo rímel no cílios inferiores também, senão fica muito over, uso o rímel desta forma porque amo os olhos de Twiggy¹, com direito a lápis branco dentro dos olhos (pronto contei o meu "segredo", que já não é mais segredo pra ninguém). E os de lá são muito mais em conta e fazem o mesmo efeito. Ohhh país bom pra fazer shopping, affe.





¹Modelo, TWIGGY, A PRIMEIRA TOP,
Por HELOÍSA NORONHA*


Mesmo os não-iniciados no universo fashion já ouviram falar - ou viram alguma fotografia - de Twiggy, a modelo-símbolo dos criativos anos 60 e a primeira top model do mundo. Magérrima, pequena, com cabelo curtinho e imensos olhos realçados com camadas de rímel e cílios postiços, Twiggy se tornou ícone de toda uma geração. Ainda hoje, volta e meia, estilistas e maquiadores a reverenciam em suas criações.Nascida em 1949 em Neasden, bairro no norte de Londres, Lesley Hornby (seu nome verdadeiro) pertencia a uma família de classe média e foi descoberta em 1966, quando trabalhava num salão de cabeleireiro. O autor da façanha foi o fotógrafo Justin de Villeneuve, nome artístico de Nigel John Davies. Casado e dez anos mais velho que ela, Justin a achou deslumbrante e resolveu investir - profissional e afetivamente. O apelido que a alçou ao estrelado vem desse período. De tão magrinha, Lesley era chamada de "graveto" - twig, em inglês.Justin apresentou-a ao cabeleireiro-sensação da época, Léonard, que não só cortou o cabelo de Twiggy bem curtinho, repartido do lado, como também colocou uma foto enorme dela em seu salão. Uma repórter do jornal Daily Express viu a imagem e ficou interessadíssima em saber quem era aquela garota com visual tão diferente. Curiosidade satisfeita, publicou uma reportagem enorme referindo-se a Twiggy como "o rosto de 66".A partir daí, a carreira de modelo decolou. Logo, já estava na capa da Elle. Diana Vreeland não sossegou enquanto não a estampou nas páginas da Vogue América. Diana, aliás, foi a primeira a notar que Londres vivia um movimento jovem muito importante na metade dos anos 60, o qual ela batizou de Swinging London. Artes plásticas, estilo, cinema, música, comportamento e literatura mudavam conceitos e geravam novas formas de expressão. A herança fashion dessa época é muito rica: sombras coloridas, estampas de efeito óptico, minissaias, cortes de cabelo geométricos... Enfim, Twiggy surgiu como a maior - e melhor - personificação de toda essa efervescência, que ganhou força também em outras partes do mundo.Twiggy foi uma deliciosa febre que tomou conta da Europa e dos Estados Unidos. Sua aparência frágil e mignon, quase andrógina, teve um efeito devastador na mídia, justamente por se contrapor ao padrão de beleza feminina da década anterior (anos 50): mulheres voluptuosas e sensuais como Marilyn Monroe. No Brasil, porém, não fez sucesso nem teve seguidoras de seu estilo - as brasileiras, na época, preferiam ser curvilíneas e não adotavam ao pé da letra os padrões impostos pela moda. Para se ter uma idéia, Twiggy emprestou nome e rosto para bonequinhas de papel, jogos, canetas, cílios postiços, cabides, meias e até máscaras. Em 1967, chegou a Nova York com status de estrela e freqüentou eventos da high society.No entanto, sua carreira foi bem curta - ela deixou de ser modelo em 1969 para apostar nas profissões de atriz e cantora. Participou de programas de TV e espetáculos da Broadway e gravou vários discos - o último, Midnight Blue, chegou ao mercado em julho desse ano. Ela lançou três autobiografias, mas nenhuma delas, infelizmente, está disponível no Brasil: Twiggy by Twiggy (How I Probally Just Came Along on a White Rabbit at the Right Time, and Met the Smile on the Face of the Tiger), em 1968, Twiggy (1975) e Twiggy in Black and White (1997). Atualmente, além de cantar, assina uma linha de aromaterapia, costuma se dedicar a causas sociais e é militante do PETA (People for Ethical Treatment of Animals). Em 1973, posou ao lado de David Bowie para Pin Ups, célebre álbum do cantor.Apesar de serem considerados o casal 20 da moda nos anos 60, Twiggy e Justin nunca oficializaram a relação. Em 1977, ela trocou alianças com o ator Marco Whitney, com quem teve uma filha, Carly. Ficou viúva em 1983 e se casou novamente com outro ator, Leigh Lawson, de quem adotou o atual sobrenome - ela assina Twiggy Lawson. Os dois moram na Inglaterra.No ano passado, Twiggy teve um retorno triunfal ao mundo da moda, quando participou de um desfile do estilista Guillermo Mattiolo, em Milão. Com 53 anos, 1,57 metro e nove quilos a mais (no auge, em 1966, pesava 43 quilos), Twiggy brincou, bem-humorada, nos bastidores: "Perto da atual geração de top models, me sinto gorda e pequena." Ela parece não sentir saudade da época de modelo. No livro Modelo - O Mundo Feio das Mulheres Lindas (Objetiva, 1996) declarou ao jornalista Michael Gross: "Eu costumava ser uma coisa. Agora sou uma pessoa."
PARA SABER MAIS:www.twiggylawson.co.uk (site oficial) - traz biografia, galeria de fotos, capas dos livros e dos discos e informações sobre sua carreira de atrizwww.queenofmod.com - home page com muitas fotografias e fotos de objetos com o rosto de Twiggy estampadowww.amazon.com - é possível comprar o CD Midnight Blue; uma edição usada de sua última autobiografia, Twiggy in Black and White sai por U$ 50.